Be Happy na Mídia

Um mosaico dos momentos mais importantes e marcantes de toda a vida da Be Happy Viagens.

Jornais


  • Domingo, 1 de maio de 2011

    BE HAPPY NO ESTADÃO

    Be Happy Viagens no Jornal o Estado de São Paulo


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    Quinta-feira, 24 de março de 2011

    BE HAPPY NA COLUNA DO GUILHERME BARROS

    Be Happy Viagens no Jornal o Estado de São Paulo


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    sábado, 9 de outubro de 2010

    BE HAPPY NA VEJA SÃO PAULO - CONFRARIA 2010


    por Raul Zito

    PESQUISAR, GASTAR E CASAR

    Evento simula festa para que 400 noivos testem — e contratem — serviços variados para a esperada hora do 'sim'
    Por João Batista Jr.

    O manobrista do valet abre o carro, a recepcionista confere o nome na lista e os garçons oferecem taça de espumante assim que alguém pisa no lounge, onde há um baú repleto de bem-casados. Sim, trata-se de uma festa de casamento. Não há, no entanto, troca de alianças ou bênção do padre. E mais: os convidados são cerca de 400 noivos. Eles não pagam nada para testar serviços como bufê, coral, decoração, florista e boleiras, além do dia da noiva, das Havaianas customizadas e dos aromatizadores de ambientes.
    Batizado de Confraria, o evento reuniu na última terça, na Estação São Paulo, em Pinheiros, 29 fornecedores de áreas diferentes. O objetivo era mostrar aos potenciais clientes os mais variados tipos de mimo. “Quando vendemos um sonho, o céu é o limite”, diz Marina Bedaque, que organizou o rega-bofe ao lado de Tamara Barbosa. As duas trabalham como assessoras de casamento e cobram entre 5 000 e 20 000 reais por suas orientações e dicas.
    O salão de festas, que pode ser alugado (de verdade) por 17 000 reais, não ganhou clima de baile dos apaixonados. Motivo? A maior parte do público era feminina. Noivas, mães, sogras e amigas, muitas amigas. “Sou eu quem decide a maioria das coisas”, conta a engenheira ambiental Juliana Salles, de 25 anos, que em vez do futuro marido trouxe a tiracolo uma colega do trabalho. Com festa marcada para ocorrer no Jockey Club, ela teve de mudar de planos às pressas. Já tinha desembolsado os 8 500 reais do aluguel, quando decidiu revisitar o local. Dessa vez, com seus pais. Chovia. A moça, assim, pôde constatar o que seria o terror de qualquer noiva: goteiras no salão. “Foi, literalmente, a gota-d’água.” Pagou multa rescisória de 50% sobre o valor de locação e assinou contrato com outra casa de eventos, a La Luna, no Butantã, por 26 000 reais. “Casar não é brincadeira”, conforma-se. Na Confraria, Juliana encomendou o bolo à Fleur de Sucre. Preço? 1 500 reais. “Agora só falta fechar com a empresa de bem-casado.” Seu casamento será realizado em abril de 2011, com gasto estimado em 150 000 reais, entre vestido, lua de mel e festa para 300 convidados.
    Para os padrões de ansiedade típicos das noivas, a engenheira civil Sandra Mayumi Araki poderia se considerar tranquila. Com boda agendada para março do ano que vem, ela apenas decidiu-se pelo lugar: a Casa Petra, no Brooklin, pela qual pagou 24 000 reais. “Hoje, vim escolher o dia da noiva”, conta, toda nos trinques. “Fiz testes que ajudaram a definir a maquiagem e o penteado. Gostei.” Vai desembolsar 3 000 reais para ter todos os paparicos de beleza feitos em sua própria casa. Um dos sucessos da noite foi a agência de viagens especializada em lua de mel, a Be Happy. Sim, existe esse tipo de sofisticação nesse universo — que movimenta 10 bilhões de reais por ano no país, segundo a Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (Abrafesta).
    Só em São Paulo, foram realizados 60 000 matrimônios em 2009. “Ilhas Maldivas e Polinésia Francesa são os destinos mais requisitados”, afirma a proprietária da empresa, Jacqueline Dallal Mikahil. “Olha ali”, diz ela, apontando para uma convidada. “É cliente minha que já casou, viajou e, mesmo assim, continua frequentando eventos para noivos.” Segundo ela, algumas mulheres — depois do “sim” — adquirem uma “doença” chamada depressão pós-casamento. “A pessoa passa dois anos da vida organizando uma festa e, de uma hora para outra, fica sem ter o que fazer. É um drama.”
    Entre os poucos noivos presentes estava o contador Fabio Salgado. Namorado da advogada Vanessa Martinez desde 2008, ele a pediu em casamento há dez meses. A partir de então, abriu mão de boa parte de seus programas sociais. Idas a happy hours e a cinemas foram substituídas pela peregrinação em degustações de bolos e afins. “Estamos na maior correria”, diz Vanessa. Para ele, não é nenhum sacrifício essa via-crúcis de experimenta daqui, passa o cartão dali. “Quero estar por dentro de tudo para não me sentir um convidado no meu próprio casamento.”
    http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2186/servicos-casamento


    quinta-feira, 16 de setembro de 2010

    BE HAPPY NO ESTADÃO - BRIDE STYLE


    Foto: Ernesto Rodrigues/AE
    Alegria. Carol, Bebeta, Ana Letícia (de pé),
    Jacqueline e Erika (sentadas, da esq. para a dir.)

    CASAR, UMA DOCE TAREFA CHEIA DE DETALHES

    Evento Bride Style mostra que é preciso bem mais que a escolha do noivo para a festa acontecer
    Paulo Sampaio - O Estado de S.Paulo

    Uma "noiva étnica" desce a escadaria que dá no salão principal da casa de festas usando um vestido que custa R$ 15 mil; antes dela, desfilaram a "noiva folk", a " vintage", a "romântica" e a "clássica". Mais de 350 pessoas assistiram, na segunda-feira, ao Bride Style, um dos eventos mais incríveis sobre o negócio do casamento.
    Ali se descobre, por exemplo, que quem prepara o bem-casado da festa não é a mesma pessoa que faz o bolo nem os docinhos. Por sua vez, os docinhos não vêm nas forminhas em que serão servidos. As forminhas são compradas em outro fornecedor. Um bem-casado sai por R$ 2,40 mas, dependendo da embalagem (crepom nacional ou italiano? Swarovski? caixinha?), pode chegar a R$ 15. Calculam-se três para cada convidado.
    Cerca de seis meses antes do casamento, os noivos mandam um pré-convite que eles chamam de "save the date" (em inglês mesmo); pouco depois, um segundo aviso ("reminder") e, finalmente, o próprio envelope com o comunicado final.
    O leigo se espanta com a informação de que os preparativos da festa podem começar dois anos antes, seguir uma planilha de 40 itens e custar R$ 300 mil. Aí, aparece a "assessora de casamento", papel desempenhado gloriosamente no cinema por Geraldine Chaplin (Cerimônia de Casamento, de Robert Altman, 1978). No filme, ela é tão perturbada quanto a família do noivo e, mesmo assim, se dispõe a apagar um incêndio por minuto.
    "A gente faz papel de psicólogo, motorista e até de relógio. Tive um noivo que bebeu demais com amigos e perdeu a hora do casamento", conta Cris Aranha, de 42 anos, assessora há 13. Não consta dos 40 itens "lembrar o noivo do casamento" e, por isso, diz Cris, "é preciso ter o telefone até do cachorro da casa".
    Folk ou vintage? "Não entendi direito essas divisões (por estilo). Tem um vestido meu (de R$ 15 mil) que é superclássico e entrou como vintage", diz a estilista Bibi Barcellos, sem reclamar. Ninguém reclama.
    "É uma oportunidade fantástica para quem trabalha nesse mercado", diz Jacqueline Mikahil, agente de viagem especialista em lua de mel. Ela aproveita para sortear um pacote para Muro Alto (PE), balneário que "parece o Taiti".
    "Quisemos fazer algo que não tivesse o formato de feira", diz a empresária Carol Montenegro, idealizadora do evento. Ela e a sócia costumam reunir a noiva e suas amigas no dia do casamento, em uma suíte de hotel cinco-estrelas, para maquiá-las e penteá-las. Levam garrafas de Prosecco e um videomaker.
    Orquídea e coxinha. O importante é a "harmonia da festa". "Não adianta decorar o salão com orquídeas e servir coxinha", explica a assessora de casamento Bebeta Schiavini - (segundo Cris Aranha, "tem mais assessora do que homem no mercado"). De acordo com a Associação dos Profissionais, Serviços para Casamento e Eventos Sociais (Abrafesta), em apenas um dia os casamentos de São Paulo consomem 1,4 milhão de flores, 400 mil doces e mais de mil horas de filmagem. Em suas pesquisas, o IBGE revela que o número de registros de casamentos no País aumentou 35% em dez anos.
    Bebeta e Jacqueline comandam uma mesa com duas noivas, a mãe de uma delas e o futuro marido da outra. "Nós podemos ficar aqui oito horas falando de todos os itens", diz Bebeta. "Casamento perfeito não existe. Se a noiva é católica e quer casar na igreja, tem de combinar a data com a da lua de mel e a disponibilidade do salão, entende?"
    Hipnotizadas, as duas noivas acham importante "fazer de cada dia do planejamento uma festa". "O casamento é o assunto principal da família durante um ano", diz a administradora de empresas Erika Fiore, de 27 anos, que se casa em novembro.
    A noiva número 2, Ana Letícia Zogbi, de 42 anos, gosta tanto de "viver a festa" que diz ter "medo de sentir falta depois". Jacqueline conta que é comum a "depressão pós-casamento". "Onde a noiva vai colocar toda aquela emoção que preencheu quase dois anos da vida dela?"
    Embora necessários, os noivos são pouco mencionados. A produtora Vera Tribuli está convencida de que o amor não é prioridade. "Tem umas noivas que dizem: "Quero um vestido lindo", mas nem sabem o que é lapela. Elas querem se vestir e casar."
    À saída da casa de festas, o empresário Ricardo Sesta estacionou um modelo Packard 1938 que aluga por R$ 1.200, para levar a noiva. Diz que tem ainda um Chrysler 300C blindado e um motorista com noções de direção defensiva. Em sua felicidade transbordante, a noiva de R$ 300 mil não vai querer facilitar com o destino.
    DEPOIMENTO
    "Quem ouve o choro da noiva?"
    Cris Aranha, Assessora de casamentos, de 42 anos

    Tem noiva que não dá valor à "assessora de casamento" (a praxe é cobrar 15% sobre o valor total). Aí, o DJ enlouquece e põe pagode para tocar na festa. Quem vai resolver? E a goteira em cima do bolo? E o noivo que não aparece? Até isso! Tenho uma noiva de João Pessoa que achou muito contratar vans para fazer o traslado do aeroporto para o hotel. Você concorda que é indelicado pedir para as pessoas pegarem um táxi? Sem contar a parte psicológica. E a noiva que descobre que está sendo traída às vésperas da festa, com fornecedor chamando para a degustação do prato quente? Quem ouve o choro? Se bem que, às vezes, a noiva não está interessada na vida sexual do noivo. Ela só quer casar.


    Revistas


    • Quarta-feira, 7 de julho de 2010

      1o BE HAPPY HOUR NA REVISTA CARAS


      Tamara Barbosa e Marina Bedaque, da Coordinare, ladeiam Roberta Schiavini, da Bebeta Schiavini, e Jacqueline Dallal Mikahil, da Be Happy Viagens, que faz festa em SP.




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Entrevistas em Televisão

 

Programa do Jô - Rede Globo - 06/05/2011




 

 

SITES DE NOTÍCIAS

 

PANROTAS - 22/JUNHO/2010

 

Evento reúne fornecedores de viagens de lua-de-mel

Na home, a consultora de viagens e diretora da Be Happy, Jacqueline Mikahil; aqui, a executiva com a diretora de Vendas e Marketing da Designer, Deusa Rodrigues
Na foto, a consultora de viagens e diretora da Be Happy, Jacqueline Mikahil e a executiva com a diretora de Vendas e Marketing da Designer, Deusa Rodrigues
 

Especializada em viagens de lua-de-mel de luxo, a agência Be Happy promoveu há pouco, na capital paulista, o 1º Be Happy Hour, um evento voltado ao público final do segmento (cerca de 150 casais) que reuniu 46 empresas para a exposição de produtos e serviços - 28 do trade, entre hotéis, destinos e companhias aéreas, e outras 18 da indústria de casamentos.

O objetivo do encontro, segundo a consultora de viagens e diretora da Be Happy, Jacqueline Mikahil, foi aproximar fornecedores e público final. "Queremos que o cliente tenha uma visão mais detalhada de tudo que nós (agência) fazemos por ele. A lua-de-mel é uma viagem em que o casal tem muitas dúvidas e não pode errar", afirma Jacqueline.

No mercado de viagens de lua-de-mel há quatro anos, a Be Happy presta consultoria e assessoria para casais. "A assessoria de casamento terminava na festa, e nós viemos mostrar que ela na verdade termina na lua-de-mel", complementa a diretoria da agência.

Durante o evento, a Be Happy também aproveitou para lançar a nova identidade visual do site www.behappyviagens.com.br.

escrito pelo jornalista Alex Souza - equipe Panrotas.

 

 

 

 

Portal One - MSN

 

Viagem

Novidade

por Gabriel Cruz, redação ONNE


Canal Viagem do ONNE ganha coluna "Destinos", por Jacqueline Dallal Mikahil



São Paulo, abril de 2010 -
Nesse mês, o canal Viagem do ONNE ganha uma nova coluna: "Destinos", por Jacqueline Dallal Mikahil, proprietária da agência BE HAPPY VIAGENS, consultora de destinos de luxo e roteiros exclusivos para lua de mel e produtora da revista Be Happy Honeymoon, publicação voltada para roteiros de lua de mel. A cada quinze dias, a especialista pretende trazer novidades e sugestões para ajudar os leitores a planejar ou apenas sonhar com suas próximas viagens.

Não é a primeira vez que Jacqueline escreve para um veículo de comunicação. Além de produzir a revista Be Happy Honeymoon, foi protagonista de colunas de sucesso em outros portais de internet. Ao ser questionada sobre a importância do espaço no ONNE diz que “será uma oportunidade fantástica para poder atingir os leitores, levando a eles informações pertinentes sobre esse universo maravilhoso das viagens”.

Jacqueline começou a trabalhar na área há 16 anos como freelancer. Após dois anos atendendo amigos e família, resolveu abrir sua própria agência, pois o número de clientes tinha aumentado e ela já não conseguia atendê-los sozinha. "A partir do crescimento do turismo de luxo, fui buscando conhecer melhor esses produtos e comecei a fazer parcerias com hotéis e operadoras inseridas nesse contexto", explica a colunista. 

Em sua rotina, muito trabalho. Jacque é responsável pelo atendimento inicial dos clientes, oferecendo consultoria e traçando destinos exclusivos. “Faço aproximadamente de três a cinco viagens por ano, para os principais destinos que comercializamos. Conheço uma boa parte deles, mas ainda faltam muitos”, conta.

Com 14 anos de experiência no mercado, a Be Happy, premiada com o troféu Top Ten em 2009 pela Maktour, é a filial paulistana do Circuito Elegante, uma associação de viajantes exigentes que oferece um programa de vantagens, onde o associado tem acesso a um catálogo que reúne os melhores destinos, hotéis e gastronomia no Brasil.

A empresa atende diversos roteiros pelo mundo. Dentre os destinos luxuosos mais procurados pelos clientes, Jacqueline destaca a África do Sul & Ilhas Maurício, Caribe, Estados Unidos, México, Taiti e Europa. Por isso, aguarde novidades exclusivas no canal Viagem, do ONNE. 

 

Sexta-feira, 21 de maio de 2010

 

Quinta-feira, 5 de novembro de 2009

BE HAPPY NA PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS!


Acaba de chegar às bancas a edição de novembro da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Confira a nossa participação na matéria de capa" Negócios Fora de Série"!
http://revistapegn.globo.com:80/Revista/Common/0,,EMI102960-17164-2,00-VALE+A+PENA+APOSTAR.html

 

 

Sexta-feira, 4 de junho de 2010

BE HAPPY NA MANEQUIM NOIVA

Os lançamentos da CASAR 2010, na MANEQUIM NOIVA:
LUA DE MEL
por Carolina Cedano, Luciana Hruby e Márcia Barros Graf / fotos Divulgação

Be Happy Honeymoon
No estande da Be Happy Honeymoon na Casar 2010, o tema África estava em destaque. Uma das propostas oferecidas pela empresa é a viagem para a Ilha Maurício, uma das ilhas da África. Um pacote básico com oito noites de hospedagem (seis na Ilha Maurício e duas em Johannesburg) passagens aéreas, translados de chegada e saída e seguro viagem sai por U$ 3.384 para o homem e U$ 2.520 para a mulher. O curioso é que todas as mulheres que visitam o local pagam tarifas menores que as dos homens. A Be Happy ainda oferece como cortesia o pacote Honeymoon que contém: uma garrafa de champanhe, uma cesta de frutas frescas, sacola de praia, parló para ela e camiseta para ele, passeio de catamarã com almoço incluso e cinco cartões postais do hotel onde estiverem hospedados. Os valores são referentes à baixa temporada e está disponível para todo o Brasil.

Be Happy Honeymoon
Tel. (11) 5041-1243
http://www.behappy.tur.br/

http://manequim.abril.com.br/noiva/feiras/lancamentos-tendencias-casar-2010-lua-de-mel-563758.shtml

 

 

 

 

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